Que lindo dia o que vemos! Mas, como estes tempos vão, É bom que não confiemos... É melhor dizer que temos, Não um dia de verão, Mas um dia de veremos.
(Fernando Pessoa, “Diferença de Pessoa”, Poesia (1931–1935 e não datada), p. 486)
Sabe-se hoje que grande parte das perseguições feitas aos cristãos [...] são puramente míticas, sendo das variadíssimas invenções dos propagandistas primitivos do Cristianismo.
(Fernando Pessoa, Ultimatum e Páginas de Sociologia Política, 49, pp. 260–261)